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Setor energético nacional testa resposta a eventuais ciberataques

A capacidade de resposta do país a eventuais ciberataques com impactos no setor energético está a ser testada em Coimbra, num exercício que junta atores do ecossistema nacional, revelou hoje o coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança.

<p> <audio class="audio-for-speech" src="">&nbsp;</audio> </p> <div class="translate-tooltip-mtz translator-hidden"> <div class="header"> <div class="header-controls">Translator</div> <div class="header-controls">&nbsp;</div> <div class="header-controls">&nbsp;</div> </div> <div class="translated-text"> <div class="words">&nbsp;</div> <div class="sentences">&nbsp;</div> </div> </div> <p>&quot;Aqui em Portugal temos 22 entidades participantes e na sala de crise temos cerca de 60 pessoas, mas v&aacute;rias das entidades t&ecirc;m uma equipa por detr&aacute;s a ajud&aacute;-las na resposta&quot;, informou Lino Santos.</p> <p>O Centro Nacional de Ciberseguran&ccedil;a (CNCS) testa hoje e quinta-feira a maturidade de diversas entidades para lidar com crises energ&eacute;ticas, realizando o Exerc&iacute;cio Nacional de Ciberseguran&ccedil;a (ExNCS&#39;24).</p> <p>O Exerc&iacute;cio Nacional de Ciberseguran&ccedil;a decorre em Coimbra, no &acirc;mbito da 7.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do CyberEurope 2024, uma iniciativa da ENISA (Ag&ecirc;ncia da Uni&atilde;o Europeia para a Ciberseguran&ccedil;a), este ano dedicado ao setor energ&eacute;tico.</p> <p>Em declara&ccedil;&otilde;es &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa, o coordenador do CNCS explicou que, durante dois dias, entidades do setor energ&eacute;tico, operadores de comunica&ccedil;&otilde;es eletr&oacute;nicas, reguladores, outras entidades e &oacute;rg&atilde;os de comunica&ccedil;&atilde;o social entram numa esp&eacute;cie de jogo que tem como cen&aacute;rio uma crise energ&eacute;tica.</p> <p>Tal vai permitir testar os procedimentos a tomar pelos participantes, nomeadamente do ponto de vista t&eacute;cnico, da comunica&ccedil;&atilde;o interna e externa, os planos de continuidade de neg&oacute;cio que permitem lidar com incidentes e crises e ainda a aplica&ccedil;&atilde;o do Regime Jur&iacute;dico de Seguran&ccedil;a do Ciberespa&ccedil;o.</p> <p>&quot;O exerc&iacute;cio inclui os 27 estados-membros [da Uni&atilde;o Europeia], a Noruega e o Reino Unido, porque o setor energ&eacute;tico tem interliga&ccedil;&otilde;es entre os v&aacute;rios pa&iacute;ses e um apag&atilde;o ou um problema num pa&iacute;s pode ter consequ&ecirc;ncias nos restantes. Portanto, &eacute; de uma crise europeia que estamos a falar e da resposta a uma crise europeia&quot;, destacou.</p> <p>Ao longo dos dois dias, os intervenientes ter&atilde;o de encontrar solu&ccedil;&otilde;es para lidar com v&aacute;rios tipos de incidentes, entre os quais &quot;ataques &#39;ransomware&#39;, que t&ecirc;m um efeito disruptivo nas cadeias de fornecimento de energia el&eacute;trica ou de g&aacute;s&quot;.</p> <p>&quot;Estamos a falar tamb&eacute;m de ataques f&iacute;sicos que possam ter consequ&ecirc;ncias na componente digital, divulga&ccedil;&atilde;o de dados privados das organiza&ccedil;&otilde;es. Temos um contexto rico do ponto de vista de incidentes, mas todos eles com probabilidade de ocorrerem&quot;, acrescentou.</p> <p>Este exerc&iacute;cio serve, em seu entender, para testar as capacidades individuais das organiza&ccedil;&otilde;es, mas tamb&eacute;m &quot;as capacidades de articula&ccedil;&atilde;o, quer com autoridades quer com outras entidades a n&iacute;vel europeu&quot;.</p> <p>&quot;Os incidentes s&atilde;o semelhantes em todos os pa&iacute;ses, o que quer dizer que, quanto maior for a colabora&ccedil;&atilde;o entre pa&iacute;ses, mais rapidamente se encontra a solu&ccedil;&atilde;o e recupera a normalidade&quot;, concluiu.</p> <p>Leia Tamb&eacute;m:&nbsp;<a href="https://www.noticiasaominuto.com/tech/2579978/microsoft-admite-falhas-que-permitiram-ciberataque-chines-nos-eua" target="_blank">Microsoft admite falhas que permitiram ciberataque chin&ecirc;s nos EUA</a></p>

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