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FakeUpdates foi 'malware' que dominou em maio. Qual o setor mais afetado?

O 'malware' conhecido como FakeUpdates teve um impacto maior do que 8% por cá, e superior ao registado mundialmente em maio.

<p> <audio class="audio-for-speech" src="">&nbsp;</audio> </p> <div class="translate-tooltip-mtz translator-hidden"> <div class="header"> <div class="header-controls">Translator</div> <div class="header-controls">&nbsp;</div> <div class="header-controls">&nbsp;</div> </div> <div class="translated-text"> <div class="words">&nbsp;</div> <div class="sentences">&nbsp;</div> </div> </div> <p>O&#39;malware&#39; que mais afetou Portugal em maio continuou a ser o FakeUpdates, mantendo-se este na lideran&ccedil;a, com um impacto de 8,38% nas organiza&ccedil;&otilde;es.</p> <p>&nbsp;</p> <p>De acordo com uma an&aacute;lise enviada ao&nbsp;Not&iacute;cias ao Minuto&nbsp;pela Check Point, o setor mais afetado por este &#39;software&#39; destinado a causar danos nos computadores foi, mais uma vez,&nbsp;o setor da sa&uacute;de.</p> <p>A n&iacute;vel mundial, o FakeUpdates, tamb&eacute;m conhecido por SocGholish, &eacute; um downloader escrito em JavaScript. &quot;Grava os payloads no disco antes de os lan&ccedil;ar. O FakeUpdates levou a um maior envolvimento atrav&eacute;s de muitos malwares adicionais, incluindo GootLoader, Dridex, NetSupport, DoppelPaymer e AZORult&quot;, detalham os respons&aacute;veis na mesma nota.</p> <p>A n&iacute;vel mundial, este &#39;malware&#39; teve um impacto de 7% nas organiza&ccedil;&otilde;es no m&ecirc;s passado.</p> <p>Segundo a nota, depois do setor da sa&uacute;de, que tamb&eacute;m j&aacute; em abril tinha sido o mais &lsquo;atacado&rsquo;, na mira deste &lsquo;malware&rsquo; estiveram tamb&eacute;m os setores da educa&ccedil;&atilde;o e da investiga&ccedil;&atilde;o e, em terceiro lugar, o das telecomunica&ccedil;&otilde;es.</p> <p>Portugal n&atilde;o segue a tend&ecirc;ncia a n&iacute;vel mundial, dado que nesta onda foram os setores da educa&ccedil;&atilde;o e investiga&ccedil;&atilde;o que foram mais afetados. A n&iacute;vel global, em segundo lugar surgem os setores da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e defesa e em terceiro o das telecomunica&ccedil;&otilde;es.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Leia Tamb&eacute;m:&nbsp;<a href="https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2576851/londres-hospitais-cancelam-cirurgias-oncologicas-apos-ciberataque-russo" target="_blank">Londres. Hospitais cancelam cirurgias oncol&oacute;gicas ap&oacute;s ciberataque russo</a></p>

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