Paul M. Nakasone irá fazer parte do Comité de Segurança e Proteção, liderado pelo CEO Sam Altman.
<p> <audio class="audio-for-speech" src=""> </audio> </p> <div class="translate-tooltip-mtz translator-hidden"> <div class="header"> <div class="header-controls">Translator</div> <div class="header-controls"> </div> <div class="header-controls"> </div> </div> <div class="translated-text"> <div class="words"> </div> <div class="sentences"> </div> </div> </div> <p>Aempresa de Inteligência Artificial OpenAI, responsável pela plataforma ChatGPT, nomeou Paul M. Nakasone, ex-diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, para o seu conselho de administração.</p> <p> </p> <p>Segundo a empresa, num anúncio feito na quinta-feira, Nakasone irá fazer parte do Comité de Segurança e Proteção, liderado pelo CEO Sam Altman.</p> <p>O general reformado do Exército norte-americano "também contribuirá para os esforços da OpenAI para entender melhor como a Inteligência Artificial pode ser usada para fortalecer a segurança cibernética, detetando e respondendo rapidamente às ameaças".</p> <p>"A Inteligência Artificial tem o potencial de ter enormes impactos positivos na vida das pessoas, mas só pode atingir esse potencial se essas inovações forem construídas e colocadas em prática com segurança", destacou o presidente do conselho de administração, Bret Taylor, num comunicado citado pelo site The Verge.</p> <p>"A experiência incomparável do general Nakasone em áreas como a cibersegurança ajudará a orientar a OpenAI no cumprimento da sua missão de garantir que a Inteligência Artificial beneficie toda a humanidade", acrescentou.</p> <p>Paul M. Nakasone foi nomeado diretor da NSA em 2018 pelo então presidente norte-americano Donald Trump e esteve no cargo até ao passado mês de fevereiro, sendo substituído por Timothy D. Haugh.</p> <p> </p> <p>Leia Também: <a href="https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2580294/papa-francisco-apela-a-proibicao-de-armas-autonomas-letais-no-g7" target="_blank">Papa Francisco apela à proibição de "armas autónomas letais" no G7</a></p>