Há empresas que têm "exércitos" de avaliadores e críticos que são pagos para escrever bem sobre os seus produtos.
<p>A empresa indicou, <a href="https://www.theguardian.com/technology/2021/jun/16/amazon-blames-social-media-for-struggle-with-fake-reviews" target="_blank">citada pelo Guardian</a>, que removeu mais de 200 milhões de avaliações potencialmente falsas ainda antes de serem vistas pelos consumidores, em 2020. Ainda assim, a multinacional continua a receber críticas pelo enorme volume de críticas enganadoras (avaliações positivas que são pagas).</p> <p>Sublinhe-se que, este ano, <a href="https://www.which.co.uk/news/2021/02/how-a-thriving-fake-review-industry-is-gaming-amazon-marketplace/" target="_blank">uma investigação concluiu</a> que há empresas que exibem o símbolo "Amazon's Choice' nos seus produtos - uma espécie de selo de qualidade atribuído pelo algoritmo que coloca os produtos no topo das pesquisas - cerca de duas semanas depois de colocarem à venda na plataforma através de "exércitos" de avaliadores.</p> <p>A Amazon acredita que a responsabilidade é, em última instância, das plataformas de redes sociais, que acusam de ser demasiado lentas a agir quando avisadas de que avaliadores falsos estão a ser solicitados nas páginas.</p>