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Alfabetização como factor de desenvolvimento humano

A alfabetização consiste numa base da educação que precisa ser compreendida como um direito humano inalienável e que as bases da sua aprendizagem,

<p>Ao longo da vida, capacitam indiv&iacute;duos, fam&iacute;lias, comunidades e melhora a sua qualidade de vida. &Eacute; extremamente importante para o desenvolvimento de qualquer individuo.</p> <p>Saber ler e escrever &eacute; fundamental para que a pessoa consiga encontrar o seu lugar no Mundo. Por via de regra, a alfabetiza&ccedil;&atilde;o desenvolve a capacidade de socializa&ccedil;&atilde;o do individuo e possibilita-lhe a partilha de novos tra&ccedil;os simb&oacute;licos com a sociedade, al&eacute;m de lhe facultar o acesso a bens culturais e outras facilidades sociais.</p> <p>Antes, a escrita e a leitura eram privil&eacute;gio das elites. Com as mudan&ccedil;as ocorridas no s&eacute;culo XVII, constituiu absoluta necessidade o uso da escrita, democratizando-se e permitindo que a sociedade promovesse a obrigatoriedade de cidad&atilde;os alfabetizados e produtivos.</p> <p>Por via disso, a incapacidade de adquirir a habilidade de leitura e da escrita &eacute; chamada de analfabetismo ou iliteracia. Existe tamb&eacute;m a incapacidade de compreens&atilde;o de textos simples, que &eacute; chamada de analfabetismo funcional ou semianalfabeto.</p> <p>Por causa do seu &quot;efeito multiplicador&rdquo;, ajuda a erradicar a pobreza, a reduzir a mortalidade infantil, alcan&ccedil;ar a equidade do g&eacute;nero e assegurar o desenvolvimento sustent&aacute;vel. Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Cultura (Unesco), a alfabetiza&ccedil;&atilde;o &eacute; um processo de aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades cognitivas b&aacute;sicas respons&aacute;veis para contribuir no desenvolvimento socioecon&oacute;mico e da capacidade reflexiva para interagir com o meio circundante. Foi concebida como um processo que obt&eacute;m, a partir da aprendizagem da leitura e da escrita, a compreens&atilde;o e&nbsp; produ&ccedil;&atilde;o de textos. Logo, ser alfabetizado n&atilde;o significa apenas saber ler e escrever automaticamente ou memorizar a ordem alfab&eacute;tica, mas compreender o uso da tecnologia escrita.</p> <p>Quando nos referimos &agrave; alfabetiza&ccedil;&atilde;o, consideramo-la como habilidade de aquisi&ccedil;&atilde;o cognitiva elementar; e estamos a falar sobre a habilidade de leitura e escrita. De acordo com a Unesco, existem ao todo, quatro eixos de compreens&atilde;o sobre a alfabetiza&ccedil;&atilde;o, a saber:</p> <p>1. Ela &eacute; resultante dum processo de aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades espec&iacute;ficas;</p> <p>2. &Eacute; aplicada, praticada e situada de acordo com o contexto;</p> <p>3. &Eacute; composta por um processo de aprendizagem e aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades b&aacute;sicas. Ela precisa ter in&iacute;cio e fim, pois servir&aacute; de base para o aprendizado. Primeiro &eacute; preciso aprender a ler, para depois ler e escrever.</p> <p>4. Ela compreende o dom&iacute;nio do texto, compreens&atilde;o.</p> <p>&nbsp;A n&atilde;o erradica&ccedil;&atilde;o do analfabetismo tem um impacto negativo na produtividade e competividade nacional, sobretudo pela deficiente qualifica&ccedil;&atilde;o para exercer uma actividade profissional.</p> <p>Este d&eacute;fice se traduz, por exemplo, na incapacidade de algu&eacute;m ler e n&atilde;o entender um manual de instru&ccedil;&otilde;es ou mesmo de n&atilde;o alcan&ccedil;ar os seus direitos e deveres, as normas de qualidade e seguran&ccedil;a pelo trabalho, bem como acompanhar sess&otilde;es de capacita&ccedil;&atilde;o profissional. Outrossim, na medida que se prolongam os anos de escolaridade de adultos, &eacute; reconhecida como uma ac&ccedil;&atilde;o do Estado, t&atilde;o importante que se consubstancia na democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, que de certa maneira impacta no modus operandi dos visados.</p> <p>&nbsp;Por&eacute;m, com base nos dados estat&iacute;sticos de ent&atilde;o, a taxa de analfabetismo radicado, no censo de 2014, situava-se em 25%, com relev&acirc;ncia sobre o sexo feminino.</p> <p>Todavia, o quadro est&aacute; substancialmente alterado, permitindo que as popula&ccedil;&otilde;es alfabetizadas saibam melhor interpretar os seus direitos e deveres e em condi&ccedil;&otilde;es para compreens&atilde;o participativa dos problemas da comunidade. Esta evid&ecirc;ncia, em relevar o analfabetismo como factor de desenvolvimento e de combate &agrave; pobreza, engaja o Estado a promover, desde 2012, o Programa de Alfabetiza&ccedil;&atilde;o e Acelera&ccedil;&atilde;o Escolar (PAAE), enquadrado no Plano Estrat&eacute;gico para Revitaliza&ccedil;&atilde;o (PERA), bem como o programa &quot;Sim, Eu Posso&rdquo;.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Fonte:&nbsp;https://www.jornaldeangola.ao/ao/noticias/alfabetizacao-como-factor-de-desenvolvimento-humano/</p>

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